Desafio Conexsus

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Conexsus

Conheça dados das cooperativas e associações de produtores das cadeias de alimentação saudável e sustentável, agrofloresta e extrativismo no Brasil

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Jornada de Aceleração
do Desafio Conexsus

21 organizações foram selecionadas para participar da iniciativa, parte do Ciclo de Desenvolvimento de Negócios Comunitários Sustentáveis

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Oficinas de Negócios Comunitários Sustentáveis

Realizamos 13 oficinas durante 2018 para conhecer mais as organizações mapeadas em todo o Brasil

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Parceiros

Realização
  • Conexsus: Somos uma equipe descentralizada e dinâmica de empreendedores sociais e planejadores regionais que trabalham para dinamizar o ecossistema de negócios sustentáveis no Brasil, especialmente na Amazônia.

Parceiros Estratégicos
  • Good Energies: Na Good Energies Foundation, acreditamos que reverter as mudanças climáticas e aliviar a pobreza andam de mãos dadas.

  • Pão de Açúcar / Instituto GPA: Tem como propósito contribuir com o despertar da empatia e da consciência individual e coletiva, provocando transformações sociais. Para isso, oferecemos oportunidades que ampliam as possibilidades das pessoas irem ao encontro de sua vocação e incentiva ações de mobilização social.

  • A parceria entre o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, a Moore Foundation e a Conexsus visa o fomento de negócios comunitários sustentáveis com foco em áreas de proteção ambiental de uso sustentável na Amazônia. Desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade que promovam benefícios socioeconômicos por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis são os objetivos do IPÊ. A instituição é considerada uma das maiores ONGs ambientais do Brasil, criou a ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade e tem trabalhado em mais de 30 projetos por ano, em estados como São Paulo, Amazonas e Mato Grosso do Sul.

    IPÊ / Moore Foundation: Desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade que promovam benefícios socioeconômicos por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis são os nossos objetivos.

  • Moore Foundation / IPÊ: Desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade que promovam benefícios socioeconômicos por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis são os objetivos da MOORE.

  • O Fundo Amazônia (BNDES) e a Conexsus são parceiros para o fomento de negócios de negócios comunitários sustentáveis com foco e áreas de proteção ambiental de uso sustentável na Amazônia. O Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento no restante do Brasil e em outros países tropicais. Ao todo, são 100 projetos nacionais e internacionais apoiados pelo Fundo. Atualmente, o fundo abrange projetos estruturantes com maior impacto territorial e de consolidação de políticas públicas, bem como projetos aglutinadores, para o fortalecimento de redes de organizações e a ampliação do impacto territorial ou de politicas públicas.

    Fundo Amazônia: Tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal.

  • A parceria da Conexsus com o Fundo Vale tem foco na indução de negócios de base comunitária, estruturação de cadeias de valor sustentáveis e promoção de arranjos inovadores – Empresas-Comunidade. O Fundo Vale foi criado em 2009 com o objetivo de conectar instituições e iniciativas em prol do desenvolvimento sustentável. Desde então, foram apoiadas mais de 45 iniciativas em seis estados brasileiros. Suas ações buscam a incidência em temas como o fortalecimento da sociedade civil, mecanismos de governança, nova economia, ordenamento territorial, políticas publicas e geração e disseminação de conhecimentos.

    Fundo Vale: Uuma equipe descentralizada e dinâmica de empreendedores sociais e planejadores regionais que trabalham para dinamizar o ecossistema de negócios sustentáveis no Brasil, especialmente na Amazônia.

  • A Fundação Certi é uma organização de pesquisa, desenvolvimento e serviços tecnológicos especializados que promove soluções inovadoras para a iniciativa privada, governo e terceiro setor. A Certi é parceira da Conexsus para a promoção de negócios sustentáveis e a criação de instrumentos financeiros no Brasil, Peru e Colômbia. Trabalhamos para o desenvolvimento de um arranjo de inovação e fomento à negócios sustentáveis na Amazônia Legal. Nossa primeira ação conjunta é a incubação de novos modelos de negócios e o desenvolvimento de produtos e mercados para a Central do Cerrado – organização que reúne 22 cooperativas singulares na região da Amazônia, Cerrado e Pantanal.

    Fundação Certi: Organização de pesquisa, desenvolvimento e serviços tecnológicos especializados que promove soluções inovadoras para a iniciativa privada, governo e terceiro setor.

  • A Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH), atua com foco nas energias renováveis e na eficiência energética, bem como na proteção e no uso sustentável das florestas tropicais. Temas como o desenvolvimento urbano sustentável, oportunidades de financiamento para investimentos em prol do clima e implantação de programas regionais e globais também fazem parte da sua linha de atuação. Com a Conexsus, a GIZ age junto ao Programa de Regularização Ambiental (CAR), no Programa de Proteção e Gestão Sustentável das Florestas Tropicais, cooperação entre os governos alemão e brasileiro. Também atua junto ao Programa Mercados Verdes e Consumo Sustentável, na elaboração de iniciativas de fomento a atividades produtivas sustentáveis. O foco é a promoção de uma ampla rede de parcerias e suporte técnico especializado para o desenvolvimento e a implementação de instrumentos inovadores de restauração florestal e regularização ambiental rural.

    Cooperação Alemã / GIZ: Atua com foco nas energias renováveis e na eficiência energética, bem como na proteção e no uso sustentável das florestas tropicais. Temas como o desenvolvimento urbano sustentável, oportunidades de financiamento para investimentos em prol do clima e implantação de programas regionais e globais também fazem parte da sua linha de atuação.

  • Cooperação Alemã / GIZ: Atua com foco nas energias renováveis e na eficiência energética, bem como na proteção e no uso sustentável das florestas tropicais. Temas como o desenvolvimento urbano sustentável, oportunidades de financiamento para investimentos em prol do clima e implantação de programas regionais e globais também fazem parte da sua linha de atuação.

  • CLUA: Se constrói com base em estratégias como criar uma resposta global às mudanças climáticas, que só será bem-sucedida com reduções significativas do desmatamento e da degradação florestal, além do ape erfeiçoamento das práticas agrícolas.

  • UNICAFES: Representa nacionalmente as cooperativas de agricultores e agricultoras familiares, visando o desenvolvimento sustentável nas ações de apoio para os associados.

Parceiros Cocriadores
  • APACO: Visa estimular e assessorar o desenvolvimento da agricultura de grupo na região Oeste de Santa Catarina.

  • Central da Caatinga: Reúne cooperativas e grupos que trabalham com produtos do extrativismo sustentável da caatinga, uma proposta de convivência com o semiárido.

  • Central do Cerrado: Funciona como uma ponte entre produtores comunitários e consumidores, com o fornecimento de produtos para restaurantes, empórios e pequenos mercados, além de atender a eventos e realizar vendas pela internet.

  • CNS: Sua grande estratégia para garantir o modo de vida e seu meio de procução é pela criação de territórios de uso comum.

  • Confrem: Promove o contato entre as 22 reservas extrativistas espalhadas pelo país e tem como missão desenvolver, articular e implementar estratégias visando o reconhecimento e a garantia de meios de vida e produção sustentável nos territórios extrativistas tradicionais costeiros e marinhos.

  • Contag: Reúne 27 federações, milhares de sindicatos e luta por milhões de homens e mulheres do campo e da floresta, de agricultores familiares a quilombolas e pescadores artesanais.

  • COOMAFITT: Busca promover o desenvolvimento socioeconômico de mais de 200 famílias de agricultores de cidades do Rio Grande do Sul por meio do comércio justo de alimentos de qualidade com respeito às pessoas e ao meio ambiente.

  • Ecoa: Busca estabelecer um espaço de reflexão, debates, formulações e também desenvolver projetos e políticas públicas para a conservação ambiental e a sustentabilidade, tanto no meio rural como no urbano.

  • Entrenós: Dedicada a desenvolver e gerir iniciativas para o bem-comum, atua com governos, empresas e organizações da sociedade civil para garantir a otimização de recursos e o alto impacto social.

  • IABS: Fomenta atividades que contribuam para o bem estar social, o desenvolvimento sustentável e a redução das desigualdades.

  • ICMBio: Tem como missão proteger o patrimônio natural brasileiro e promover o desenvolvimento socioambiental.

  • ICV: Consiste em construir soluções compartilhadas de sustentabilidade para o uso da terra e dos recursos naturais.

  • IDESAM: Promove a valorização e o uso sustentável de recursos naturais na Amazônia como alternativa para a conservação ambiental, o desenvolvimento social e a mitigação das mudanças climáticas.

  • IDESC: Desenvolve estudos, pesquisas e projetos para promover a qualidade de vida no local, visando o desenvolvimento sustentável.

  • IEB: Promove a interação e intercâmbio entre organizações da sociedade civil, associações comunitárias, instâncias de governo e do setor privado, incorporando os saberes de parceiros, das diferentes culturas e do conhecimento tradicional e popular em sua atuação.

  • Imaflora: Trabalha para promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e para gerar benefícios sociais nos setores florestal e agropecuário.

  • Imazon: Tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia por meio de estudos, apoio à formulação de políticas públicas, disseminação ampla de informações e formação profissional.

  • Instituto Peabiru: Busca facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade, especialmente para que as populações extrativistas e os agricultores familiares da Amazônia sejam protagonistas de sua realidade.

  • Instituto Socioambiental: atua regional e nacionalmente para defender povos indígenas, comunidades tradicionais, direitos humanos e patrimônio cultural, valorizando a diversidade socioambiental do Brasil.

  • Instituto Terroá: Busca Apoiar e facilitar processos participativos para a criação de soluções integradas que promovam o desenvolvimento sustentável, por meio de eixos como o desenvolvimento territorial, comunitário, humano e social e a unicidade.

  • IPAM: Tem como propósito consolidar, até 2035, o modelo de desenvolvimento tropical da Amazônia, por meio da produção de conhecimento, implementação de iniciativas locais e influência em políticas públicas, de forma a impactar o desenvolvimento econômico, a igualdade social e a preservação do meio ambiente.

  • ISPN: Busca valorizar e fortalecer iniciativas no campo técnico e político que aliam conservação do meio ambiente, uso sustentável da biodiversidade e geração de renda no meio rural, com respeito e protagonismo dos agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais.

  • Pacto das Águas: Atua na construção de alternativas de geração de renda mais sustentáveis e na gestão ambiental em Terras Indígenas e Reservas Extrativistas, tendo como principal estratégia a estruturação das cadeias de produtos da sociobiodiversidade, sendo a da castanha do Brasil uma cadeia produtiva estruturante.

  • Sentinelas da Floresta: Sua proposta é unir quatro povos indígenas, quatro associações e uma cooperativa com o objetivo de valorizar o potencial da comercialização dos produtos do extrativismo e da agricultura familiar.